quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Engano a história



Escrevo a nossa história
Já como memória...
De um futuro vivido!
Planto os meus desejos,
Como sementes...

Eles nascem!
Eles nascem...


Escrevo o meu amor já sentido
Escrevo aquilo que mais quero
e...
realizo!

Ponho as palavras á frente do tempo...
E engano-o! (ele deixa se enganar)
Basta apenas...
Acreditar!

Sonhos de Amor


Estranha forma de querer...
Minha estranha forma de te dizer...
Eu estou aqui...
A cada sinal teu, tu serás meu
A cada sinal meu...
Eu serei tua!
E juntos...
De mãos dadas,
De mãos bem apertadas!
De almas juntas...
Iremos conquistar o Mundo...
O nosso mundo...
E quem sabe a Lua...

sábado, 30 de julho de 2011

Saudade ancorada




Hoje...
Acordei com uma vasta esperança
De te voltar... a lembrar,
Hoje, achei que tu e eu,
Podíamos existir....
Mas como?

Esqueci tua voz!
Já não sei os teus traços!
Mas hoje...

Hoje eu podia relembrar
Porque a tua lembrança
Em mim...

Ainda que apagada!
É saudade ancorada
Aqui...

Sonhos



Os sonhos esvaem-se das minhas mãos...
São como folhas secas que caiem
Tento agarra-los mas eles não deixam...
São como o ar

Eles não deixam!
Não deixam!

E com tanto sonho que ainda tenho por sonhar
Quando uns vão, outros ficam

Sempre ficaram
Sonhos para sonhar
Mesmo, aqueles que caem no chão


Apenas mudam a forma
O nome não...

Sonhos...

Esperança imortal




O teu som...
Ele, aquele que me conquistou,
Continua aqui...
Ao pé de mim, esse não se distanciou,
Sei... que ficou o silencio...

Silencio estranho, que nunca dele nenhum de
Nós falou,
Mas no meio desse silencio...
Existe a esperança e essa não morre
Nem que a matem!

Que esse som...
Aquela tua voz que um dia me conquistou,
Volte e me sorria, com sonhos ou
Até melancolias... mas volte...

Mundo Esquecido




Passou tanto tempo...
Que o próprio tempo se cansou ,
Passou tantos minutos, tantas,
Horas, que o próprio tempo,
Não quis mais esperar,
Fechou se num relógio invisível...
Pra não se encontrar...
Ele, preferiu ser murmurado....
Pelos ecos do vento,
Do que ser apanhado!
Disse:
- deixem-me aqui, neste deserto enterrado,
talvez, assim o tempo fique esquecido, e o meu tempo não
seja gasto, com este mundo tão enganado!

Vampiro


Vieste devagar...
Passo a passo....
Abraças-te me, com tuas asas de anjo
Que não és...
Mas que és afinal? És um ponto final.
Da ilusão, do talvez...
Do Nada!!
Que é aquilo, que és!
Sonho arrependido
Trago-te comigo
Segredo triste
e...
Tão lindo!
Se for uma estrela que queres diz-me
Que eu vou lá acima
E trago-a comigo!
Isso não chega...
Não chega
Se era minha alma que querias
Vangloria te!

Pois...    já a trazes contigo...